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COLEÇÕES DE ARTE EM PORTUGAL E BRASIL NOS SÉCULOS XIX E XX: COLEÇÕES REAIS E COLEÇÕES OFICIAIS

 

COLEÇÕES DE ARTE EM PORTUGAL E BRASIL NOS SÉCULOS XIX E XX: COLEÇÕES REAIS E COLEÇÕES OFICIAIS


Já está disponível a edição digital da obra "COLEÇÕES DE ARTE EM PORTUGAL E BRASIL NOS SÉCULOS XIX E XX: COLEÇÕES REAIS E COLEÇÕES OFICIAIS", de Maria João Neto e Marize Malta (eds.), editado no âmbito do VII Colóquio Internacional (Outubro de 2020).


Pode consultar AQUI

 

As Coleções Reais sempre foram exemplos de um gosto refinado, servindo de referência a nobres e burgueses endinheirados, incrementando o negócio da produção artística. À medida que as oficinas artesanais se transformam em modernas firmas comerciais de uma variedade requintada de artes visuais e decorativas, ter o privilégio de servir uma Casa Real e alcançar o estatuto de 'fornecedor oficial' tornou-se uma posição desejada. Diversos agentes são envolvidos no processo de aquisição, em particular quando este se desenrola no estrangeiro, com os diplomatas a constituírem intermediários diligentes e eficazes. 
 
A prática das coleções reais acaba por servir de modelo para outras coleções oficiais (presidenciais, regionais e municipais), as quais, mediante diferentes temporalidades, adotam perfis particulares.

 

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